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Resumo em 10 segundos

🌡️ Prognóstico para novembro, dezembro e janeiro aponta calor acima da média em quase todo o país, seca em áreas do Norte e chuva intensa no Sul.

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🌡️ El Niño deve manter o Brasil sob calor acima da média entre novembro e janeiro. A previsão indica anomalias de 1°C a 2°C em quase todo o país — e de 2°C a 3°C em partes do Pará. 🧵

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O prognóstico foi elaborado por CPTEC/Inpe, Inmet e Funceme. Embora a média trimestral pareça pequena, ela representa muitos dias de temperaturas máximas elevadas, que podem passar de 35°C e se aproximar de 40°C em algumas regiões.

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Bloqueios atmosféricos também podem agravar o cenário. Esses sistemas ficam estacionados na atmosfera, dificultam a passagem de frentes frias e favorecem ondas de calor, especialmente na região central do Brasil.

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No Norte, em parte do Nordeste, além de áreas de Mato Grosso e Goiás, a tendência é de déficit de chuva. Nas regiões com redução mais intensa, o acumulado pode ficar até 200 mm abaixo da média do período.

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A combinação de calor e menos chuva aumenta a pressão sobre rios, agricultura, abastecimento e ecossistemas. Na Amazônia, onde o calor previsto é mais intenso em parte do Pará, o monitoramento climático é especialmente relevante.

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O Sul segue na direção oposta: há alta confiança de chuvas acima da média no trimestre. A atuação do El Niño altera a circulação atmosférica e favorece a chegada de sistemas que intensificam as precipitações na região.

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A exceção no mapa de temperatura fica em partes do sul do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, onde as chuvas persistentes podem favorecer marcas abaixo da média. Ainda assim, isso não elimina riscos de alagamentos e outros extremos.

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O mesmo fenômeno climático pode produzir seca, calor extremo e chuva excessiva em diferentes partes do país. Previsões sazonais ajudam a antecipar riscos — e reforçam a importância de alertas acessíveis e planejamento local.

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