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Resumo em 10 segundos

🩺 O futuro da medicina intensiva no Brasil passa por mais dados, especialistas bem formados e cuidado de qualidade onde ele é mais necessário.

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Como garantir uma UTI de qualidade para quem precisa, em qualquer região do Brasil? 🩺🧵 Esse será o foco do I Fórum de Medicina Intensiva do CFM, em 16 de dezembro, reunindo dados, especialistas e debates sobre os desafios do cuidado crítico.

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O encontro acontece em Brasília, das 9h às 17h, com transmissão pelo Zoom para inscritos e pelo YouTube do CFM. Uma boa oportunidade para ampliar o acesso ao debate científico sobre um tema que impacta diretamente vidas todos os dias.

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O primeiro painel apresentará os resultados do Censo CFM/AMIB 2026. Entre os pontos centrais: como estão distribuídos os leitos de UTI e os médicos intensivistas pelo país — um retrato essencial para planejar melhor a assistência.

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Não basta ter leitos: é preciso equipe especializada, estrutura, protocolos e monitoramento de resultados. O segundo painel discutirá qualidade e desempenho das UTIs brasileiras, incluindo certificação e distinção de unidades.

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À tarde, a conversa vira para o futuro da profissão: quantos novos intensivistas o Brasil precisa e como formá-los com excelência? A programação inclui o Teste Progresso, ferramenta de avaliação e apoio à formação médica.

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Outro tema decisivo são os marcos regulatórios das UTIs. Regras bem construídas ajudam a transformar evidências científicas em padrões de segurança, qualidade e transparência para pacientes, famílias e profissionais.

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O desafio é grande, mas o caminho é promissor: dados confiáveis, formação sólida e gestão baseada em ciência podem reduzir desigualdades territoriais e fortalecer o atendimento intensivo no Brasil. Uma discussão que merece atenção muito além dos hospitais. ✨

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