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Estudante argentino Matías Roitberg descobriu que o SUS o tinha como morto ao buscar a carteira de vacinação 💉💀 Uma falha que expõe riscos no cadastro de saúde.

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Estudante da UFRJ Matías Roitberg descobriu que o SUS o tinha registrado como morto ao tentar pegar a carteira de vacinação 💀🧵 Uma story que mistura surpresa, burocracia e um alerta sobre registros em saúde.

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Matías, argentino de 25 anos que mora no Brasil há mais de 10 anos e estuda Medicina, foi ao Centro de Ciências da Saúde (CCS/UFRJ) para cadastrar sua vacina. Um funcionário encontrou a carteira e disse: “Ah, você que morreu, né?” — o óbito constava em 02/10/2023.

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Ele foi orientado a procurar uma Clínica da Família para corrigir o erro — e conseguiu resolver o caso. Erros assim podem ocorrer por falhas de digitação, inconsistência entre bases (cartórios x saúde) ou problemas na integração de sistemas.

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Se isso acontecer com você: 1) Verifique seu cadastro no Conecte SUS ou na unidade básica; 2) Leve documento com foto, CPF e carteira SUS; 3) Procure a Clínica da Família/UBS para pedir a correção; 4) Se necessário, registre ocorrência na ouvidoria do SUS ou no cartório.

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O caso é mais do que curioso: revela como a qualidade dos dados impacta o acesso à saúde. Sistemas públicos precisam de investimento, interoperabilidade segura e pessoal treinado — para que ninguém fique sem vacinar por um erro de registro.

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Reflexão final: se um estudante de Medicina passou por isso, imagine quem já enfrenta barreiras administrativas e falta de informação. Um SUS mais forte exige registros confiáveis e atendimento que garanta o direito à saúde para todas as pessoas.

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