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📈 Estudo vê espaço para queda nas taxas das NTN-Bs até a posse, caso o cenário eleitoral se confirme. O ponto decisivo? Credibilidade fiscal com impacto na vida real. 🧵

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As eleições podem dar novo impulso às NTN-Bs, títulos públicos ligados à inflação 📈🧵 Estudo da Tullett Prebon estima que a taxa da NTN-B 2035 poderia cair até 0,4 ponto percentual até a posse se o cenário de vitória de Flávio Bolsonaro se confirmar.

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As taxas já recuaram desde o início de setembro, refletindo o otimismo de parte do mercado com essa hipótese eleitoral. Na prática, quando a taxa cai, o preço dos títulos já emitidos sobe — e investidores atentos acompanham cada sinal de Brasília.

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Mas há um lembrete importante: eleição não substitui política fiscal. O fôlego desse rali dependerá de como o próximo governo tratar gastos, receitas, dívida pública e regras orçamentárias. Promessas precisam virar medidas consistentes.

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Por que isso importa além do mercado? Juros reais mais baixos podem reduzir o custo de financiamento do Estado e abrir espaço para investimentos produtivos — de infraestrutura a serviços públicos — desde que haja planejamento e responsabilidade.

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A NTN-B protege o investidor contra a inflação e paga uma taxa real acima dela. Por isso, a NTN-B 2035 funciona como um termômetro poderoso: ela traduz a confiança sobre inflação, contas públicas e estabilidade política no médio prazo.

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O sinal mais construtivo seria combinar previsibilidade fiscal com crescimento inclusivo: contas públicas sustentáveis, proteção aos mais vulneráveis e investimentos que ampliem oportunidades. Confiança duradoura não nasce só de expectativas eleitorais; nasce de execução.

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