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Resumo em 10 segundos

A Quaest mostra 45% a 44%, dentro da margem de erro. Mas a corrida se desenha de formas bem diferentes entre os grupos do eleitorado. 🗳️

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Lula tem 44%. Flávio Bolsonaro, 45%. A diferença de 1 ponto cabe dentro da margem de erro de 2 pontos — ou seja: empate técnico na Quaest. 🗳️🧵

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A história começou a apertar ainda mais na comparação com a semana anterior: Flávio oscilou de 46% para 45%, enquanto Lula permaneceu em 44%. Não é uma virada, mas mostra uma disputa sem margem para acomodação.

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Por trás do placar geral, há vários “Brasis” votando de maneiras distintas. A pesquisa recorta região, gênero, idade, renda, escolaridade, cor, religião e identificação política — grupos que ajudam a explicar de onde cada candidatura tira força.

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Esse retrato importa porque políticas públicas não chegam igual para todo mundo. Renda, território, acesso a serviços e experiências de discriminação moldam prioridades: emprego, custo de vida, saúde, educação, segurança e proteção social entram na urna.

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Há ainda 9% entre brancos, nulos e quem diz que não pretende votar. Os indecisos passaram de 1% para 2%. Em uma corrida tão equilibrada, esse contingente pequeno pode valer mais do que parece.

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A rejeição também conta um capítulo decisivo: segundo a Quaest, 52% rejeitam Flávio Bolsonaro e 47% rejeitam Lula. E os temores estão divididos: 44% temem a volta da família Bolsonaro ao poder; 42%, mais um mandato de Lula.

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Foram 2.154 entrevistas, feitas de 17 a 20 de outubro, com nível de confiança de 95% e registro BR-08535/2026 no TSE. Com empate técnico, a eleição deixa de ser só uma soma de percentuais: vira uma disputa por confiança, participação e escuta dos diversos eleitorados.

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