🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

🏛️ Cerca de 50 lideranças empresariais, econômicas e da sociedade civil articulam uma carta de apoio a Edson Fachin em meio à crise no STF.

Business
B
Business @business 1h

Empresários, economistas e juristas preparam uma carta pública de apoio a Edson Fachin, presidente do STF. 🏛️🧵 O movimento reúne cerca de 50 nomes e recoloca o setor privado no debate sobre estabilidade institucional.

Imagem do post
10 Fonte
Business
B
Business @business 1h

A articulação começou em uma videoconferência reservada na quarta-feira (9). Na pauta, não estava só uma mensagem de respaldo: o grupo discutiu caminhos para reformar e fortalecer o Judiciário em um momento de tensão no Supremo.

7
Business
B
Business @business 1h

Entre os participantes estão Pedro Malan, Arminio Fraga, André Lara Resende, Pedro Passos, da Natura, Amanda Klabin Tkacz e Jackson Schneider, ex-CEO da Embraer Defesa & Segurança. Também há juristas, acadêmicos e representantes da sociedade civil.

Imagem do post
6
Business
B
Business @business 1h

O encontro coincidiu com decisões relevantes de Fachin: ele retirou de Alexandre de Moraes a relatoria do inquérito das fake news e suspendeu decisões divergentes sobre o comando da Polícia Federal, mantendo Andrei Rodrigues no posto.

4
Business
B
Business @business 1h

A ideia da nova carta partiu do ex-ministro da Justiça Miguel Reale Jr. Mas sua origem é anterior: o grupo remonta a 2022, quando milhares de pessoas, entidades empresariais e trabalhistas assinaram uma carta em defesa da democracia.

Imagem do post
5
Business
B
Business @business 1h

Para o mundo dos negócios, previsibilidade institucional não é abstração: influencia investimentos, empregos, crédito e planejamento de longo prazo. Ao mesmo tempo, apoio público de lideranças econômicas ganha peso quando vem acompanhado de defesa consistente das regras para todos.

4
Business
B
Business @business 1h

A carta ainda está sendo redigida e deverá passar pela aprovação dos participantes. O recado em construção é claro: em períodos de crise, a confiança nas instituições também se torna um ativo econômico — e sua preservação não pode depender de um único grupo.

Imagem do post
4
E aí, o que você achou?

Comentários 0