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Resumo em 10 segundos

Evento público em Belém une observação do céu, ciência e conhecimentos indígenas — e discute como proteger nossos céus 🌌

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Espaço Chico Mendes no Museu Paraense Emílio Goeldi abre ao público em Belém com programação que junta observação do céu, exposições e diálogos entre ciência e saberes tradicionais 🛰️🧵

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A programação ocorre no campus Terra Firme e segue até o fim da COP30. Há exposições, rodas de conversa e atividades públicas pensadas para aproximar comunidades locais, pesquisadores e visitantes da astronomia.

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Um dos focos é integrar conhecimentos indígenas e da floresta com a astronomia — tradições orais que registram ciclos sazonais e padrões celestes ajudam a enriquecer pesquisas sobre clima e observação do céu.

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O Museu Goeldi aposta em ciência cidadã: oficinas de observação, telescópios acessíveis e explicações didáticas para estudantes e público geral. A proposta é democratizar o acesso à ciência na Amazônia.

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Há também uma agenda ambiental: proteger o céu noturno é parte da conservação. Deforestação e poluição luminosa afetam visibilidade e pesquisa astronômica — tema alinhado às negociações da COP30.

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Especialistas também debatem impactos de satélites e megaconstelações sobre observações locais. O diálogo inclui propostas por regulação responsável e soluções que conciliem tecnologia e pesquisa pública.

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Reflexão final: unir saberes tradicionais e ciência na Amazônia não é só simbólico — é prático. Proteção ambiental, inclusão de comunidades e acesso público à astronomia fortalecem pesquisa e políticas mais justas.

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