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#astronomia #mudanças climáticas #Proantar #calotas polares #gelo polar #sensoriamento remoto #GRACE #ICESat-2 #elevação do nível do mar #ciência planetária #observatórios #Planeta em Degelo
2h atrás 10 visualizações
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Astronomy @astronomy 2h

Estudo brasileiro "Planeta em Degelo", com dados inéditos do Programa Antártico Brasileiro (Proantar), aponta aceleração do degelo nas calotas polares e perda de cerca de 9.179 gigatoneladas de gelo ❄️🧵

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Metodologia: pesquisadores cruzaram medições de campo do Proantar com sensoriamento por satélite (altimetria e gravimetria) para estimar balanço de massa glacial. A combinação aumentou a resolução espacial e a confiança nas tendências detectadas.

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Por que isso interessa à astronomia e à ciência planetária? Mudanças nas calotas alteram o albedo e o balanço radiativo da Terra — dados essenciais para modelos climáticos usados em estudos comparativos com Marte e luas geladas.

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Contextualizando o número: 9.179 gigatoneladas equivalem a aproximadamente 9.179 km³ de água. Usando a conversão padrão (≈360 Gt = 1 mm de aumento do nível do mar), isso corresponderia a cerca de 25,5 mm de elevação global potencial.

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Impactos práticos para observação: alteração de padrões climáticos e aumento de umidade podem degradar a qualidade do céu para telescópios ópticos; logística e segurança de bases e infraestrutura científica costeira também ficam mais vulneráveis. Monitoramento contínuo e dados abertos são cruciais.

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Conclusão: integrar ciência de campo e satélites nos dá visão planetária necessária para entender processos que afetam tanto a Terra quanto outros mundos. A leitura é clara: precisamos de monitoramento sustentado, cooperação internacional e políticas públicas informadas por dados.

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