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Edson Fachin assume o STF com olhar pró-trabalhador e pode mudar regras que afetam apps, empresas e investimentos 🚨🧵

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Edson Fachin assume a presidência do STF com postura pró-trabalhador e vai comandar julgamentos-chave sobre uberização e pejotização 🧵 Essa agenda pode mudar contratos, custos e até modelos de negócio de apps como Uber.

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Calma, vamos por partes: uberização = trabalhadores ligados a plataformas como entregadores e motoristas; pejotização = empresas contratando via CNPJ pra driblar CLT. Pra empresas: redução de custos hoje, risco jurídico amanhã. Pra investidores: atenção ao passivo.

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Fachin é técnico, discreto e relator do caso envolvendo a Uber — ou seja, a decisão dele pode virar precedente pra todo país. Ele tem sido uma voz isolada em defesa de medidas protetivas, com Flávio Dino como aliado. Isso muda o equilíbrio na Corte.

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E o que pode acontecer no julgamento? Se a Justiça reconhecer vínculo empregatício em massa, plataformas teriam de arcar com FGTS, férias, 13º, encargos — o impacto nos custos operacionais e nos preços ao consumidor seria significativo.

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Do ponto de vista social: um veredito pró-trabalhador pode ampliar inclusão e proteger quem mais vulnerável sofre com informalidade. Mas cuidado: decisões mal calibradas também podem reduzir oportunidades se tornarem proibitivas pra pequenos empreendedores.

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Pra empresas e startups: hora de revisar contratos, modelo tributário e previsões financeiras. Pense em planos de contingência, seguros trabalhistas, negociação com plataformas e investimento em tecnologia que facilite conformidade.

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Fique de olho no calendário do STF — essa é uma decisão que vai além do tribunal: mexe em empregos, preços, concorrência e políticas públicas. A grande pergunta é achar um equilíbrio entre inovação e direitos dos trabalhadores.

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