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Resumo em 10 segundos

Quatro membros de uma família morreram em colisão que virou incêndio na Curva do Lúcio, Groaíras. Até quando vamos tratar isso como fatalidade? 😔

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Família inteira morre em acidente na CE-179, Curva do Lúcio, Groaíras: pai, mãe e dois filhos colidiram com um carro que pegou fogo 🚗🔥 🧵 Quantas tragédias semelhantes ainda vamos aceitar antes de encarar o trânsito como questão de saúde pública?

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Isaque, Paula e Maria Helena morreram no local; Heitor, de 7 anos, veio a óbito após atendimento hospitalar. O carro caiu em uma ribanceira e os quatro ocupantes foram socorridos. Como ficaram o tempo e a qualidade do atendimento pré-hospitalar nessa manhã?

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Colisões com incêndio aumentam drasticamente a letalidade: queimaduras, inalação de fumaça e trauma associado. Nosso sistema regional de saúde tem centros de queimados e retaguarda para crianças vítimas de trauma? Quem garante acesso rápido e qualificado?

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Relatos apontam possível alta velocidade do carro. Mas velocidade é só parte do problema: sinalização, iluminação, manutenção e projeto da curva importam. A Curva do Lúcio já recebeu obras de segurança ou fiscalização efetiva? Ou estamos normalizando o risco?

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A Prefeitura decretou três dias de luto — expressão de dor pública. E o suporte psicossocial para sobreviventes e comunidade? Há assistência às famílias, acompanhamento a crianças e programas de prevenção ao luto em municípios pequenos?

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Transito é saúde: ferimentos no trânsito são uma das principais causas de morte entre jovens no mundo. Por que setores continuam trabalhando separados — saúde, transporte, segurança pública — quando a solução é integrada? Investimento e regulação salvam vidas.

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Cada estatística tem um nome — Isaque, Paula, Maria Helena e Heitor. Vamos aceitar que tragédias familiares sejam 'acidentes' ou exigir políticas reais de prevenção, socorro eficiente e equidade no acesso à saúde? A pergunta é: quem vai cobrar as mudanças?

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