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Com Flávio Bolsonaro nos EUA, aliados estaduais priorizam urnas, contas públicas e diálogo com Brasília. 🗳️🤝

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Governadores que estiveram com Flávio Bolsonaro no 2º turno estão mudando o tom: 13 dos 15 reconheceram expressamente a reeleição de Lula, segundo levantamento de O GLOBO. E nenhum aderiu à carta que questiona as urnas sem provas. 🗳️🧵

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Não é só uma questão de discurso. Para quem governa estado, respeitar o resultado eleitoral é o básico — e manter diálogo com Brasília vira necessidade prática quando há obras, programas sociais, investimentos e contas públicas na mesa.

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Tarcísio de Freitas, reeleito em São Paulo, foi direto: disse que a eleição acabou e que é hora de seguir em frente, respeitando as urnas. A fala também o posiciona na disputa por protagonismo dentro da própria direita para 2030.

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Em Minas, o cenário aperta ainda mais. A dívida do estado com a União já passa de R$ 180 bilhões, e a previsão é de déficit de R$ 10,5 bilhões no Orçamento de 2027. Independentemente de ideologia, negociar com o governo federal deixa de ser opção.

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No Rio, Douglas Ruas também marcou distância da contestação do resultado: reconheceu a vontade da maioria e sinalizou relação com o governo federal. Para estados, cooperação institucional pode significar recursos para transporte, saúde, escolas e prevenção a desastres.

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O recado político é bem claro: oposição faz parte da democracia; negar resultado das urnas, não. A direita parece perceber que, sem pontes institucionais e responsabilidade fiscal, discurso nenhum resolve os problemas reais de quem vive nos estados.

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