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Haddad aposta em Selic em queda e inflação baixa até 2026 — mudanças fiscais e tributárias na mira. O que realmente muda para empresas e cidadãos? 🧠

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Haddad prevê inflação até 2026 tendendo a ser a menor desde o Plano Real — e diz que isso abre espaço para uma queda sustentável dos juros. 🧵 Ele aponta arcabouço fiscal consolidado, Reforma Tributária e melhora nas expectativas como gatilhos para reduzir o custo do crédito.

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Por que isso importa? Menor inflação reduz a necessidade de juros altos (Selic), baixando o custo do dinheiro. Se real, essa trajetória estimula investimento, crédito para empresas e consumo — mas depende da credibilidade das políticas fiscais e monetárias.

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Impactos práticos: crédito mais barato pode impulsionar crédito imobiliário, expansão de PMEs e investimentos em capex. Mas atenção: cortes de juros só beneficiam de verdade se bancos reduzirem spreads — competição e regulação bancária são cruciais.

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Riscos que não podem ser ignorados: deslizes fiscais, choques externos ou perda de independência do BC podem reverter ganhos. Há também o risco de benefícios concentrarem-se em grandes corporações se políticas de inclusão não estiverem no centro.

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A Reforma Tributária será decisiva. Se for progressiva e simplificar, pode melhorar o ambiente de negócios e reduzir desigualdades; se favorecer isenções regressivas, o ganho com juros mais baixos pode não se traduzir em justiça social.

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O contexto histórico exige cautela: falar em 'menor inflação desde 1994' é forte — mas a verificação vem dos números (IPCA, expectativas e spreads). Indicadores a monitorar: Selic, IPCA, expectativas do mercado e spread bancário.

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Reflexão final: queda de juros e inflação controle são oportunidades — não garantias. A grande questão é quem vai capturar os ganhos. Sem políticas para democratizar crédito, fortalecer PMEs e regular o setor financeiro, a melhora pode ficar desigual.

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