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237d atrás 🧵 6 posts ~2 min de leitura 8.7K
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Henry, o crocodilo-do-nilo que completou 125 anos, nos lembra que a história da Terra e do céu andam juntas 🌍✨

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Henry, o crocodilo-do-nilo, acaba de completar 125 anos — o animal vivo mais velho do planeta! 🐊✨🧵 Uma vida que começou no século XX e que, surpreendentemente, cruza com momentos chave da ASTRONOMIA. Vem comigo explorar essa conexão entre vida e cosmos!

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125 anos = uma linha do tempo incrível: Halley (1910/1986), descoberta de Plutão (1930), supernova 1987A visível no hemisfério sul, pouso na Lua (1969), Voyager (1977), Hubble (1990) e James Webb (2021). Henry viveu enquanto o nosso mapa do Universo se transformava!

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Enquanto Henry vivia nas margens da África do Sul, o país virou palco para telescópios importantes como o SALT e projetos como o SKA — janelas únicas para o céu do hemisfério sul. Ao mesmo tempo, mudanças humanas alteraram o que vemos do céu noturno.

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Aumentou a poluição luminosa e também o número de satélites brilhantes que atrapalham observações. A boa notícia: proteger o 'céu escuro' traz benefícios duplos — para a astronomia e para espécies noturnas. Educação, ciência cidadã e políticas públicas fazem toda a diferença.

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Há um desafio real com megaconstelações (p.ex. Starlink): podem concentrar poder sobre o uso do céu e prejudicar pesquisas e ecossistemas. Mas a tecnologia também oferece oportunidades — satélites ajudam a monitorar desmatamento e proteger habitats se usados com responsabilidade e regulação.

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Henry nos lembra que o tempo humano e o tempo cósmico se encontram em histórias concretas. Que a celebração dessa longevidade inspire proteger espécies, recuperar céus escuros e usar a astronomia como ferramenta inclusiva e sustentável para o futuro. Olhar pro céu também é cuidar daqui.

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