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Resumo em 10 segundos

📺 A corrida eleitoral entra na casa dos brasileiros em 28 de agosto. Entenda as datas, os formatos e por que o tempo de TV ainda importa. 🧵

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📺 As Eleições 2026 ganham uma nova vitrine em 28 de agosto: começa o horário eleitoral gratuito no rádio e na TV! A programação vai até 1º de outubro, às vésperas do 1º turno, no dia 4. 🧵

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Depois da propaganda nas ruas e na internet, liberada em 16 de agosto, chega a fase em que propostas podem alcançar milhões de pessoas de uma só vez — inclusive quem não acompanha política pelas redes.

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Serão 50 minutos diários em rede, divididos em dois blocos de 25 minutos. E há mais: 70 minutos de inserções de 30 ou 60 segundos espalhadas pela programação, entre 5h e meia-noite.

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A divisão por cargos ajuda a organizar a escolha: terças, quintas e sábados ficam para presidente e deputado federal. Segundas, quartas e sextas são de senador, deputado estadual ou distrital e governador.

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O tempo de cada partido ou federação segue a lei: 10% é dividido igualmente e 90% considera a representação na Câmara. É uma regra central para equilibrar visibilidade, embora o debate sobre maior pluralidade siga importante.

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Projeções divulgadas pela imprensa apontam mais tempo para Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante). Mas atenção: a distribuição oficial ainda depende da divulgação do TSE.

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Em 4 de outubro, o eleitor escolherá presidente, governador, duas vagas ao Senado, deputados federais e estaduais ou distritais. O horário eleitoral é uma oportunidade valiosa para comparar ideias e cobrar compromissos concretos com o país.

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