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Resumo em 10 segundos

Márcio Chiumento foi indicado por Tarciana Medeiros e já surge como favorito para recondução em 2026 🧾🤔

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Márcio Chiumento, indicado diretamente por Tarciana Medeiros (presidente do Banco do Brasil), assumiu a presidência da Previ e já pode ser reconduzido ao cargo em maio de 2026 🧵 Uma mudança relativamente rápida — e com olhos no futuro do fundo.

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Contexto rápido: Chiumento era diretor de Participações da Previ antes de substituir João Fukunaga. Na prática, as cadeiras de presidência e das diretorias de Participações e Investimentos costumam vir da indicação do patrocinador, o BB. É assim desde sempre.

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O mandato que ele cumpre vai até 31/05/2026 — e fontes internas já apostam numa recondução se o BB assim desejar. Isso abre debate: quando o patrocinador tem tanto poder, como garantir independência e transparência nas decisões que afetam aposentadorias?

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Perfil: Chiumento é apresentado como técnico, sem histórico político partidário. Difere de Fukunaga, que vinha de trajetória sindical e tinha ligações com instâncias do PT. Isso muda o tom da gestão, mas o ponto central para associados é: como os recursos serão geridos?

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Por que importa? A Previ é um dos maiores fundos de pensão do país — decisões de governança e alocação impactam riscos, rentabilidade e até temas como investimentos sustentáveis. Quem cuida da Previ influencia mercados e a vida de milhares de beneficiários.

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Vale lembrar: alguns cargos da Previ (Administração, Planejamento e Seguridade) são eleitos pelos associados. Ou seja, há mecanismos de democracia interna — mas eles convivem com a forte influência do patrocinador. Transparência e participação importam muito aqui.

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Reflexão final: indicações e reconduções em fundos tão relevantes sempre merecem acompanhar de perto. Mais técnica ou mais política, o que realmente conta é proteger quem depende da Previ — associados, aposentados e trabalhadores. Fique de olho até 2026.

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