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Resumo em 10 segundos

Três meses após novo programa de governo, a Anistia Internacional cobra ações concretas no Iraque. Mulheres, ativistas e jornalistas seguem expostos. ⚖️

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O governo do Iraque lançou um programa prometendo fortalecer direitos humanos. Três meses depois, a Anistia Internacional diz que quase nada saiu do papel. Quantas promessas cabem antes que a impunidade deixe de ser tratada como exceção? ⚖️🧵

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O ponto mais grave: a legislação contra violência doméstica está parada no Parlamento há mais de uma década. Como proteger sobreviventes — inclusive de feminicídios — se a resposta estatal continua sendo esperar?

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As mudanças no Código de Estatuto Pessoal, aprovadas em 2025 e baseadas na jurisprudência jafari xiita, continuam comprometendo a igualdade de mulheres e meninas perante a lei. Tradição pode servir de justificativa para reduzir direitos?

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Ativistas, defensoras de direitos das mulheres, jornalistas e organizações independentes relatam intimidação, processos judiciais e violência física. Quem fiscaliza o poder quando questionar o poder vira risco pessoal?

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Em junho e julho de 2026, protestos contra cortes de eletricidade em al-Kut foram reprimidos com força considerada ilegal e detenções, segundo a Anistia. Cobrar um serviço básico deveria levar alguém à cadeia?

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A carta ao premiê Ali Al-Zaidi pede investigações rápidas e imparciais, proteção a defensores, fim de campanhas de “moralidade pública” contra a expressão e menos interferência na mídia. Sem imprensa livre, quem documenta os abusos?

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O desafio não é só anunciar reformas: é garantir justiça a desaparecidos, detidos, mulheres, meninas e vozes dissidentes. Um governo se mede por seu programa — ou pela segurança que oferece a quem mais precisa questioná-lo?

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