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Resumo em 10 segundos

O Judiciário brasileiro avançou em governança, gestão e infraestrutura de TI — e mais de 96% dos órgãos já estão nos níveis mais altos. ⚖️💻

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O Judiciário brasileiro atingiu 90,31 pontos em maturidade tecnológica — a maior média da série do iGovTIC-JUD, do CNJ. ⚖️💻🧵 O indicador mede se tribunais têm estrutura, gestão e governança para usar tecnologia com qualidade.

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Em termos simples: não basta comprar computadores ou criar um sistema. O índice avalia 3 pilares: governança (quem decide e fiscaliza), gestão (como os projetos funcionam) e infraestrutura (redes, sistemas, segurança e equipamentos).

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Foram avaliados 94 tribunais e conselhos. A média subiu 3,97 pontos em um ano, para 90,31. E o dado mais forte: 68,1% chegaram ao nível de excelência; outros 28,7%, ao nível aprimorado. Juntos, passam de 96%.

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O líder foi o TJDFT, com 99,66 pontos. Na sequência vieram TRE-SE (99,44), TJRO (98,31), TRE-RO (98,05) e TJAC (98,03). São notas que indicam processos de TI bem estruturados — não necessariamente que todos os serviços já sejam perfeitos.

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Entre os ramos da Justiça, a do Trabalho teve a maior média: 93,20. Depois aparecem Justiça Estadual (92,86), Superior (90,80) e Eleitoral (90,61). A Justiça Federal marcou 73,97: um lembrete de que a evolução digital ainda é desigual.

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Uma novidade de 2026 foi o uso exclusivo da plataforma Integra, do CNJ, para coletar evidências. Isso torna a avaliação mais rastreável: fica mais fácil verificar documentos, acompanhar critérios e dar transparência ao uso de recursos públicos.

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Maturidade de TI importa porque afeta a vida real: processos mais acessíveis, serviços digitais mais estáveis e maior proteção de dados. A nota histórica é um avanço, mas o próximo passo é transformar capacidade técnica em acesso simples e confiável para toda a população.

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