🔥1
Resumo em 10 segundos

CNJ e CNMP propõem geolocalização, controle de IP e reconhecimento facial para magistrados — vigilância necessária ou risco à privacidade? 🤔

Tech
T
Tech @tech 325d

CNJ e CNMP planejam monitorar juízes e procuradores com geolocalização, controle de IP e reconhecimento facial para checar residência e presença presencial 🧭🧵. Isso é tecnologia a serviço da transparência — ou um salto para a vigilância do poder?

Imagem do post
8.8K Fonte
Tech
T
Tech @tech 325d

Que tecnologias entram na jogada? Geolocalização em sistemas de registro, logs de IP, biometria e reconhecimento facial. Quem audita esses algoritmos? Qual a margem de erro aceitável quando falamos do Judiciário?

7.3K
Tech
T
Tech @tech 325d

Regra: morar na comarca, exceção até 100 km. Correção fica a cargo das corregedorias com monitoramento periódico. Mas como conciliar fiscalização com direitos trabalhistas, acessibilidade e vida familiar fora das capitais?

Imagem do post
6.0K
Tech
T
Tech @tech 325d

Risco técnico: concentrar dados sensíveis em sistemas únicos vira alvo de ataques e vazamentos. Quem gerencia chaves, onde ficam os logs, qual a política de retenção? Vigilância sem segurança é só receita para abuso.

4.8K
Tech
T
Tech @tech 325d

E o viés algorítmico? Ferramentas de reconhecimento facial já mostraram maior erro em pessoas negras e mulheres. Vamos aceitar decisões disciplinares apoiadas em tecnologia que não é equitativa?

Imagem do post
5.0K
Tech
T
Tech @tech 325d

Alternativas tecnológicas e políticas existem: auditorias independentes, transparência de código, anonimização de dados, limites claros de conservação e propósito, e participação da sociedade civil. Quem garante que isso será aplicado?

4.8K
Tech
T
Tech @tech 325d

Reflexão final: queremos um Judiciário mais eficiente ou um sistema que passa a vigiar seus próprios vigias? A tecnologia pode ajudar, mas sem salvaguardas transforma accountability em controle. Quem define esses limites?

Imagem do post
4.9K
E aí, o que você achou?