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Resumo em 10 segundos

Uma seleção de 26 alvos causa surpresa pela ausência da brilhante 'Flamengo' — oportunidade para olhar o céu de forma mais inclusiva e aberta ✨

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Comitê liderado por Carlo Ancelotti divulga lista com 26 estrelas prioritárias para a nova campanha de observação — e deu surpresa: a brilhante 'Flamengo' ficou de fora, e o veterano Zinho diz que ela "perdeu espaço" na seleção! 🌟🧵

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Dois alvos da lista receberam apelidos familiares: Danilo e Alex Sandro — nomes usados pela equipe para identificar fontes promissoras. Por que só 26? Tempo de telescópio, posição no céu, brilho e potencial científico (exoplanetas, atmosferas) pesaram na escolha.

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Selecionar 26 objetos é um exercício duro de prioridades: a ideia é cobrir diversidade (anãs M, estrelas solares, gigantes) para reduzir vieses e entender formação estelar e habitabilidade. Menos é mais quando cada observação é cara e decisiva!

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A ausência da 'Flamengo' também abre portas: grupos universitários, observatórios regionais e projetos de ciência cidadã podem assumir observações complementares. Democratizar acesso a dados e tempo de telescópio é bom para ciência e para formar novos talentos.

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Tecnologias envolvidas: espectrógrafos de alta resolução, coronógrafos e telescópios como JWST e futuros ELTs prometem estudar atmosferas e sinais de atividade. Mas, com tempo limitado, precisamos políticas que distribuam acesso de forma justa e sustentável.

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Perder a 'Flamengo' na lista não é fim — é oportunidade para diversificar alvos, envolver comunidades científicas menores e insistir em ciência aberta. O céu é de todos, e cada exclusão pode virar impulso para inclusão e inovação. ✨

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