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Divulgadora Mari Krüger desmonta a ilusão do 'protocolo próprio' e aponta como desinformação médica se espalha nas redes 🧪🧵

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Médico com ‘protocolo próprio’? Mari Krüger chama atenção: isso não é ciência 🧪🧵 Ela recebe DMs diárias com tratamentos milagrosos e ‘médicos’ que propagam desinformação. A pergunta é simples e urgente: qual a evidência por trás dessas promessas?

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O problema central: ciência exige replicação, estudos controlados, revisão por pares e guidelines. ‘Protocolo próprio’ costuma se apoiar em testemunhos e anedotas — irresistíveis, mas não substituem dados. Quem lucra com a confusão entre relato e prova?

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Táticas comuns dos charlatães: apelo emocional, casos isolados, linguagem técnica superficial e oferta de soluções rápidas. Redes sociais amplificam isso com algoritmos. Não é só ingenuidade do público — é um ecossistema que recompensa sensacionalismo.

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Krüger também faz autocrítica: profissionais sérios muitas vezes se comunicam com raiva, o que afasta quem busca ajuda. Comunicação científica precisa ser rigorosa e acolhedora ao mesmo tempo — empatia é ferramenta de saúde pública e combate à desinformação.

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Soluções práticas: exigir transparência de alegações, financiar educação continuada em comunicação para profissionais da saúde, reforçar moderação em plataformas e ampliar acesso aberto à pesquisa. Há espaço para regulação sem cercear ciência legítima.

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Reflexão final: antes de acreditar num ‘protocolo próprio’, pergunte por evidências, estudos e por quem foi revisado. A ciência não é receita de autor — é processo coletivo. Qual critério você usa para confiar num tratamento?

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