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🎓 Enquanto matrículas internacionais caem em parte dos EUA, o sistema da Universidade da Califórnia mostra resiliência — e expõe o peso global de suas instituições. 🧵

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🎓 Mesmo com mudanças na política de vistos de Donald Trump e queda de matrículas internacionais em partes dos EUA, universidades da Califórnia continuam atraindo alunos do mundo todo. O que explica essa resistência? 🧵

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A tendência nacional é preocupante: incerteza migratória não afeta só quem tenta entrar no país. Ela também faz famílias reconsiderarem custos, segurança, planos de carreira e a possibilidade de permanecer após a graduação.

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No sistema da Universidade da Califórnia, porém, a força acadêmica, a rede de pesquisa e a conexão com setores como tecnologia, saúde e ciência ajudam a sustentar a demanda internacional.

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Não é apenas uma disputa por rankings. Estudantes internacionais movimentam economias locais, colaboram em laboratórios e ampliam a circulação global de conhecimento. Restringir vistos pode significar perder talentos para outros países.

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Há uma contradição: os EUA querem liderar inovação, mas políticas migratórias instáveis reduzem previsibilidade para quem planeja investir anos — e muito dinheiro — em uma formação no país.

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A resiliência californiana também não elimina o problema. Universidades mais seletivas e com maior estrutura absorvem melhor o choque; instituições menores e regiões menos ricas podem sentir as quedas de forma bem mais dura.

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No fim, a questão vai além dos campi: educação internacional é infraestrutura de longo prazo. Quando a política de vistos vira barreira imprevisível, países concorrentes ganham uma vantagem que pode durar décadas.

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