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Resumo em 10 segundos

Setram instala reconhecimento facial no MetrôRio e já detectou 2,5M de tentativas irregulares em 2025 🚇🔎

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Governo do Estado inicia instalação da biometria facial no metrô do Rio 🟠🧵 A tecnologia antifraude já identificou 2,5 milhões de tentativas de uso irregular do Bilhete Único Intermunicipal em 2025. Começaram pela estação Central do Brasil — vamos destrinchar o que vem por aí.

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O que estão colocando nas estações? Terminais com câmeras e softwares de reconhecimento facial ligados ao sistema do Bilhete Único Intermunicipal (BUI). Objetivo: identificar uso indevido de cartões em tempo real e bloquear o acesso irregular.

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Os 2,5M citados: são tentativas detectadas, nem sempre fraudes consumadas. Por trás disso tem ML que faz o match entre rosto e titular cadastrado. Se o sistema sinaliza incongruência, a catraca pode bloquear e acionar fiscalização.

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Importante lembrar: reconhecimento facial tem histórico de vieses — erros maiores com peles mais escuras, por exemplo. Também há questões de privacidade, armazenamento e quem acessa esses dados. Transparência e auditoria independente são cruciais.

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E o passageiro comum? A promessa é menos fraudes e mais justiça no uso do BUI, mas precisa ter alternativas pra quem não quiser ou não puder usar biometria (atendimento presencial, opção com senha, etc.). Treinamento de equipes e proteção contra abusos são essenciais.

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Do ponto de vista técnico: a solução envolve câmeras, edge computing, servidores e APIs do BUI. Risco real: vazamento de dados biométricos é irreversível. Favorecer soluções auditáveis, interoperáveis e com concorrência evita monopólios e aumenta segurança.

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Reflexão final: 2,5 milhões de tentativas mostram um problema real de fraude — a tecnologia pode ajudar, desde que venha com regras claras, supervisão pública e respeito a direitos. Se isso acontecer, pode virar ganho para usuários e para a cidade.

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