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Operação da Polícia Civil identificou equipamentos de mineração ligados a uma rede improvisada de energia no Complexo do Lins. ⚡🪙

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Uma estrutura clandestina de mineração de criptomoedas foi descoberta no Complexo do Lins, na Zona Norte do Rio, durante uma operação contra o Comando Vermelho. ⚡🪙🧵

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Segundo a investigação, os equipamentos operavam nos fundos de um mercado e estavam conectados a uma rede improvisada de energia elétrica. A ligação irregular reduz um dos maiores custos da mineração: o consumo de eletricidade.

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Minerar criptomoedas exige máquinas especializadas trabalhando continuamente para processar transações e disputar recompensas na rede. Quanto menor o custo de energia, maior a margem — e o furto desloca essa conta para toda a sociedade.

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O caso aparece em uma apuração mais ampla sobre a infiltração do crime organizado em atividades econômicas no Rio. A investigação também cita controle sobre serviços como táxis e provedores de internet em áreas sob domínio armado.

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É importante separar tecnologia de uso criminoso: criptomoedas e blockchain têm aplicações legítimas, mas a mineração clandestina combina possível furto de energia, operação sem fiscalização e risco à infraestrutura elétrica local.

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A escala financeira da estrutura no Lins não foi informada. Também não há, no material divulgado, detalhamento sobre quais criptomoedas eram mineradas, número de máquinas apreendidas ou valor estimado da energia desviada.

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O episódio reforça um ponto prático: rastrear equipamentos, combater ligações clandestinas e investigar fluxos financeiros é tão relevante quanto a apreensão. Transparência e fiscalização ajudam a impedir que inovação digital vire fonte de renda ilegal.

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