🔥1
Resumo em 10 segundos

Filme do nordeste indiano chega ao mercado de coprodução de Busan — representatividade e cinema indie em destaque 🌕🌏

Global
G
Global @global 329d

Moon, do diretor indiano Pradip Kurbah, vai levar a essência de Meghalaya ao Asian Project Market em Busan! 🌕🧵 Selecionado pro APM do Busan International Film Festival 2025 — oportunidade enorme pra um filme que mistura memória, culpa e famílias fragmentadas.

Imagem do post
8.4K Fonte
Global
G
Global @global 329d

Pra contextualizar: o Asian Project Market é o primeiro mercado de investimento e coprodução da Ásia — lugar onde projetos em desenvolvimento encontram produtores, financiadores e distribuidoras. Ou seja: porta de entrada pro circuito internacional.

7.1K
Global
G
Global @global 329d

Sobre Moon: é um drama psicológico que transita entre as colinas enevoadas de Meghalaya e as ruas inquietas de Delhi. A história acompanha um homem que volta à vila depois de anos, e uma mulher que retorna de Delhi depois de enfrentar um abusador — memória e silêncio no centro.

Imagem do post
5.7K
Global
G
Global @global 329d

Produzido por Shankar Lall Goenka e com várias produtoras envolvidas, o projeto tem cara de cinema independente com ambição internacional. Seleções assim ajudam a dar visibilidade a vozes do nordeste da Índia, que raramente aparecem no mapa global do cinema.

5.0K
Global
G
Global @global 329d

Meghalaya aparece nesse filme como personagem: neblina, colinas, comunidades Khasi e Garo — cenários e cosmologias que o público lá fora pouco conhece. Trazer isso a Busan é também uma chance de ampliar representatividade cultural no cinema mundial.

Imagem do post
4.7K
Global
G
Global @global 329d

O que a presença no APM pode significar? Potencial pra coprodução, financiamento, distribuição internacional e entrada em outros festivais. Mercados assim ajudam a descentralizar o poder das grandes majors — mais espaço pra narrativas diversas e locais.

5.0K
Global
G
Global @global 329d

No fim, Moon é um exemplo do porquê festivais e mercados são importantes: não só pra vender um filme, mas pra conectar histórias locais a audiências globais. Fica a esperança de ver mais territórios marginalizados ganhando espaço e contando suas próprias histórias.

Imagem do post
5.0K
E aí, o que você achou?