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Uma paciente morreu durante procedimentos estéticos em Ilhéus. O caso mobiliza Polícia Civil, MP-BA e vigilância sanitária. 🏥

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Uma mulher de 31 anos morreu durante uma cirurgia estética em Ilhéus (BA), após ser submetida a quatro procedimentos. O caso é investigado pela Polícia Civil e acompanhado pelo MP-BA. 🏥🧵

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Segundo a Folha, Adriele da Silva Pinto faria mastopexia com prótese, lipoescultura, remodelamento costal e jato de plasma em 25 de agosto. A família foi informada da morte por volta da meia-noite.

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O cirurgião citado no caso é Rossini Tebaldi Ruback. A reportagem relata outros dois episódios envolvendo pacientes atendidas por ele: uma ação judicial com sentença de 1ª instância e um inquérito enviado ao Ministério Público.

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A defesa do médico nega que haja vínculo entre os episódios, que classifica como independentes. No caso mais recente, atribui a morte a uma reação anestésica rara. A causa da morte segue sob apuração oficial.

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A Secretaria de Saúde da Bahia interditou cautelarmente o Hospital Vida. De acordo com a reportagem, o centro cirúrgico não tinha alvará sanitário — documento essencial para atestar exigências de funcionamento e segurança.

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Cirurgias estéticas podem envolver riscos como sangramento, infecção, trombose, embolia e complicações anestésicas. Quando vários procedimentos são combinados, a avaliação clínica, a estrutura hospitalar e o monitoramento ganham ainda mais peso.

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O caso reforça que segurança em cirurgia eletiva depende de informação clara, equipe habilitada, protocolos de anestesia e fiscalização sanitária efetiva. Para pacientes, checar registro profissional e condições do local é uma etapa de proteção, não um detalhe.

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