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Resumo em 10 segundos

Uma antena de 34 metros entrou em operação na Califórnia para desafogar a rede que conversa com missões pela Lua, Marte e além. 🛰️

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A NASA acaba de ganhar uma nova “orelha” de 34 metros para ouvir o espaço profundo 📡🛰️ A antena DSS-23 entrou em operação na Califórnia e chega para aliviar o congestionamento da rede que conversa com naves espalhadas pelo Sistema Solar. 🧵

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Ela faz parte da Deep Space Network, a famosa DSN: uma rede de antenas que recebe dados e envia comandos para mais de 40 espaçonaves — de sondas em Marte a missões que já chegaram ao espaço interestelar.

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A estreia da DSS-23 foi rastreando o Observatório de Raios-X Chandra. Parece simples, mas essa troca de sinais acontece a distâncias absurdas: informação viajando pelo vazio cósmico até chegar aqui na Terra.

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O aperto existe porque a DSN tem trabalho demais. Missões Artemis, com astronautas viajando perto da Lua, recebem prioridade por segurança. Resultado: sobra menos tempo de antena para missões robóticas científicas.

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A rede opera em três pontos estratégicos: Goldstone, nos EUA; Madri, na Espanha; e Canberra, na Austrália. Essa distribuição permite manter contato com o espaço profundo enquanto a Terra gira.

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E olha o currículo dessa infraestrutura: a DSN ajudou a transmitir a caminhada de Neil Armstrong em 1969, imagens de Marte desde os anos 1990 e os sinais das Voyagers ao entrarem no espaço interestelar.

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A nova antena tem 34 metros — cerca de metade das gigantes de 70 metros da rede —, mas cada reforço importa. Com mais missões públicas e internacionais explorando o cosmos, comunicação espacial virou infraestrutura científica essencial.

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O próximo passo é ainda mais ambicioso: a NASA imagina uma rede de comunicação para uma futura base perto do polo sul da Lua, na década de 2030. Explorar o espaço não é só chegar lá; é conseguir manter a conversa viva. 🌕

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