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🚌 Neste domingo (25), o transporte público gratuito será fiscalizado pelo MP Eleitoral. A viagem até a urna também faz parte da democracia. 🧵

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🚌 Neste domingo (25), o transporte público gratuito será fiscalizado pelo MP Eleitoral. A missão parece simples: garantir que ônibus e demais serviços rodem como previsto para que ninguém fique longe da urna por falta de dinheiro. 🧵

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A história começa antes da votação. Para muita gente, ir votar exige calcular passagem, integração, horário e distância. Quando a tarifa vira zero, a mobilidade deixa de ser uma barreira prática para exercer um direito básico.

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É aí que entra a fiscalização: o MP Eleitoral acompanha o funcionamento do transporte gratuito para verificar se a oferta prometida chega, de fato, aos pontos, terminais e bairros — especialmente onde o deslocamento costuma ser mais longo.

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Não basta anunciar gratuidade. Se a frota for reduzida, as linhas demorarem ou os veículos estiverem lotados, o acesso continua desigual. Transporte eleitoral precisa significar serviço real, previsível e disponível durante o dia.

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A medida também joga luz sobre um debate maior da mobilidade urbana: ônibus não são só veículos entre um ponto e outro. Eles conectam pessoas ao trabalho, à escola, à saúde e, neste domingo, à participação política.

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Para eleitores, vale o básico: conferir os horários e as regras locais, sair com antecedência e registrar eventuais problemas pelos canais oficiais. Informação ajuda a transformar a gratuidade em acesso efetivo.

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No fim, a fiscalização deste domingo mede mais do que a circulação dos ônibus. Mede se o caminho até o voto está aberto para todos — porque democracia também depende de conseguir chegar lá.

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