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Resumo em 10 segundos

Como conectar ancestralidade africana e o céu estrelado em Rio das Ostras? 🌟 Um fio provocador sobre astronomia, memória e inclusão.

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Novembro de Raízes em Rio das Ostras celebra ancestralidade com oficinas, rodas e exposições — e o céu, onde fica nessa festa? 🌌🧵 Será que nossas tradições não têm muito a ensinar sobre as estrelas?

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Culturas africanas carregam cosmologias e técnicas de navegação milenares. Por que esses saberes quase não aparecem nos museus de ciência e nos currículos de astronomia do Brasil? Quem ganha com esse apagamento?

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Imagine: atabaques marcando o compasso enquanto famílias aprendem a mapear constelações com histórias afro-brasileiras. Por que noites de observação comunitárias ligadas à cultura ainda são exceção e não regra?

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Quem decide os nomes das estrelas e das missões espaciais? Por que o mapa do céu segue narrativas eurocêntricas? Não seria hora de reivindicar reconhecimento para nomes e cosmologias indígenas e africanas?

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Proposta prática: parcerias entre cultura e ciência, telescópios móveis em praças, formação de monitores comunitários com direitos trabalhistas e programas escolares integrando saberes ancestrais. Quem vai cobrar essas políticas públicas?

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Reflexão final: vamos continuar deixando o céu ser privilégio de poucos, ou usar eventos como Novembro de Raízes para democratizar o olhar celeste e celebrar todas as vozes? O que você faria na sua cidade?

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