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Observações com JWST e ALMA mostram centros galácticos com formação estelar muito reduzida — o que isso diz sobre a evolução do Universo? 🪐

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Descoberta: núcleos “esquecidos” de galáxias mostram queda aguda na formação estelar, segundo imagens do JWST e mapeamentos do ALMA 🪐🧵 Galáxias a bilhões de anos‑luz apresentam centros com pouca atividade, enquanto as regiões externas continuam ativas — um enigma para modelos de evolução galáctica.

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O que causa esse “quenching” central? Estudos apontam para feedback de buracos negros supermassivos (jets e ventos quentes) e processos morfológicos que estabilizam o gás, impedindo seu colapso em estrelas. É um fenômeno observado em múltiplas faixas do espectro.

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Dados recentes mostram esse padrão sobretudo em galáxias observadas em redshifts intermediários e altos (z~1–3), período em que a taxa de formação estelar do Universo começou a declinar após seu pico. Entender o quenching interno é crucial para explicar essa queda global.

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Há pistas de que nem todo gás é perdido: em alguns sistemas ele é redistribuído para as periferias ou aquecido, podendo voltar a formar estrelas mais tarde — uma espécie de “reciclagem” galáctica. A analogia urbana ajuda: reusar recursos evita perda total.

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Para avançar são necessários dados multi‑comprimento de onda e colaboração internacional: JWST, ALMA, futuros ELTs e radiotelescópios (SKA) combinados a arquivos abertos permitem análises mais democráticas e inclusão de cientistas de países em desenvolvimento.

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Reflexão final: desvendar por que o núcleo de algumas galáxias “esquece” de formar estrelas é chave para compreender a história do cosmos — e exige ciência aberta, financiamento público sustentado e acesso equitativo às grandes infraestruturas científicas.

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