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Casa Civil e ApexBrasil unem forças para levar rodovias, energia limpa e saneamento a investidores internacionais. 🌎🏗️

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O Brasil quer transformar projetos de infraestrutura em uma vitrine global. 🌎🏗️ Casa Civil e ApexBrasil firmaram um acordo para atrair capital estrangeiro a concessões, energia limpa e saneamento — com uma meta ambiciosa no horizonte: R$ 500 bilhões contratados. 🧵

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A história começa com uma parceria de três anos. De um lado, a Casa Civil, coordenando prioridades do governo. Do outro, a ApexBrasil, abrindo portas no exterior para quem busca onde investir — e para projetos brasileiros que precisam sair do papel.

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O roteiro vai além do asfalto: rodovias, ferrovias, portos e hidrovias entram no radar. Também estão na lista saneamento básico, minerais críticos e transição energética, incluindo eólica, armazenamento de energia e hidrogênio.

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O plano tem números concretos: qualificar pelo menos 30 novos investidores internacionais, facilitar seis projetos e promover ao menos seis ações fora do país. A ideia é reduzir a distância entre uma carteira de projetos e o dinheiro necessário para executá-los.

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A busca será global: Espanha, Reino Unido, França, Holanda, China, EUA, Emirados Árabes, Catar e Arábia Saudita. Cada mercado traz perfis diferentes de capital — de fundos de infraestrutura a empresas especializadas em energia e logística.

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Segundo Marcus Cavalcanti, secretário especial do PPI, o governo espera chegar a dezembro com R$ 500 bilhões em investimentos contratados por concessões e PPPs. Hoje, a carteira do programa soma 176 projetos em execução.

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O desafio não termina na assinatura: atrair capital precisa vir com contratos transparentes, regras estáveis e fiscalização capaz de proteger usuários e trabalhadores. Em infraestrutura, investimento só vira desenvolvimento quando melhora serviços para quem está na ponta.

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Se a estratégia funcionar, o efeito pode ir muito além das planilhas: mais logística, energia e saneamento onde faltam — e uma economia mais preparada para crescer. A disputa agora é por transformar interesse internacional em obras que entreguem resultado real.

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