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KPMG mostra maturidade em gestão de risco nas empresas brasileiras — e se aplicássemos isso ao espaço? 🚀🧵

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KPMG aponta: 80% das empresas têm área de gestão de risco, 91% política formal e 96% controles operacionais. 🚀🧵 E se esse padrão fosse obrigatório para quem lança satélites, gerencia constelações e explora órbitas?

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Dados consolidados em corporações podem ser um modelo para o setor espacial. Por que? Porque risco no espaço não é só técnico — é ambiental, econômico e social. Quem avalia impacto de uma constelação de satélites sobre outros usuários da órbita?

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Detritos espaciais, colisões e falhas de satélite têm efeitos sistêmicos. Uma política corporativa formal, como a citada pela KPMG, deveria incluir metas de mitigação de lixo espacial, transparência sobre manobras e planos de contingência compartilhados.

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Precisamos questionar concentração de poder: grandes players podem impor padrões que favoreçam suas operações — e dificultar acesso de startups, universidades e países em desenvolvimento. Gestão de risco não pode virar ferramenta para baratear monopólios.

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Há também a camada humana: trabalhadores da indústria espacial — técnicos, operadores de satélite, equipes de solo — precisam de políticas claras sobre segurança, condições de trabalho e responsabilidade por falhas. Gestão de risco é também proteção social.

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O que aplicar do estudo da KPMG ao universo espacial? Comitês independentes de risco, auditorias externas, métricas públicas de sustentabilidade orbital e cooperação internacional para regulação. Sem isso, a tendência é mais caos orbital, não menos.

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Reflexão final: o espaço não é terra de ninguém — é um recurso comum. Consolidar gestão de risco com princípios de sustentabilidade, democracia de acesso e responsabilidade social é evitar que nosso 'bem comum' se torne privilégio ou vítima de negligência.

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