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Resumo em 10 segundos

De um mercado com até 200 companhias, apenas cerca de 10 podem cruzar a linha de chegada regulatória. 🏁💰

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O mercado cripto brasileiro entrou num funil: de 150 a 200 empresas em atividade, só cerca de 10 podem conseguir licença do Banco Central para seguir operando como PSAV. 🏁🪙 🧵

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A nova regra passou a valer em fevereiro. Empresas que já atuavam no setor têm até 30 de outubro para protocolar a primeira fase do pedido. Quem ficar de fora terá 30 dias para encerrar as atividades.

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No papel, entre 20 e 25 companhias teriam capital, estrutura ou interesse para pedir autorização. Mas a estimativa de executivos ouvidos pelo Valor é que apenas dez cruzem a linha final.

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O efeito já aparece nos bastidores. A Bitnuvem encerrou operações citando custos e exigências maiores. NovaDAX e Digitra.com direcionaram clientes à Foxbit. A Mynt foi incorporada às plataformas do BTG Pactual.

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A sequência continuou: a Bitso levou clientes de varejo ao Mercado Bitcoin para focar em infraestrutura e institucionais. E a Coinext deixou a negociação e custódia para pessoas físicas após quase uma década.

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Regulação pode elevar proteção, controles e transparência para quem investe. Mas há um dilema: exigências muito pesadas também aceleram a concentração de clientes, liquidez e infraestrutura em poucos grupos.

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O próximo capítulo do cripto no Brasil talvez não seja sobre quantas exchanges existem — mas sobre quem consegue bancar a conformidade sem reduzir escolha, inovação e acesso do investidor. ⚖️

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