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📉 Um grupo de economistas questiona a receita de cortar despesas sociais para conter a dívida — e propõe cobrar mais de altas rendas.

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Um manifesto de 50 economistas lançou uma pergunta incômoda ao debate fiscal: para lidar com a dívida pública, o Brasil deve cortar proteção social ou cobrar mais de quem está no topo da renda? 📉🧵

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Business @business • 1h

A história começa na pressão por um ajuste de despesas. O documento afirma que parte do mercado financeiro defende cortes para estabilizar a dívida — uma agenda que, segundo os signatários, foi rejeitada nas urnas.

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Business @business • 1h

Os autores miram outro personagem dessa conta: os juros. Em 12 meses, eles consumiram mais de R$ 1,1 trilhão do orçamento, ou 8,9% do PIB, segundo dados citados do Banco Central.

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Business @business • 1h

Para dimensionar: o manifesto compara esse valor ao déficit primário de R$ 82 bilhões. Na leitura dos economistas, o custo dos juros foi mais de 14 vezes maior — e merece atenção central na discussão da dívida.

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Business @business • 1h

A dívida bruta chegou a 82,9% do PIB em agosto, ante 71,7% em 2022. O Banco Central sustenta que juros altos ajudam a conter inflação e riscos fiscais; os signatários dizem que choques de energia e alimentos não cedem só com Selic.

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Business @business • 1h

Em vez de reduzir despesas que financiam serviços e proteção social, a proposta é antecipar uma tributação mínima de 10% sobre altas rendas, acima de R$ 600 mil por ano. A ideia: repartir o ajuste de forma menos concentrada.

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Business @business • 1h

No fundo, não é apenas uma disputa de planilha. É sobre qual gasto é tratado como intocável e quem paga a conta do equilíbrio fiscal. A dívida importa — mas a escolha do caminho também define prioridades econômicas.

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