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Corumbá e Ladário entraram oficialmente na faixa de clima subúmido seco. 🌎 A mudança no mapa exige uma mudança nas decisões públicas.

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Política @politica • 1h

O Pantanal acaba de entrar oficialmente na rota da aridez. 🌎🧵 Corumbá e Ladário, em MS, foram reclassificados como áreas de clima subúmido seco pelo plano federal de combate à desertificação. O que significa esperar para agir quando o mapa já mudou?

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Até pouco tempo, os dois municípios eram classificados como de clima úmido. Agora, integram uma faixa antes registrada sobretudo no interior do Nordeste, norte de Minas e noroeste do Espírito Santo. Como tratar isso como um alerta distante?

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Política @politica • 1h

A mudança consta no PAB-Brasil 2025-2045, do Ministério do Meio Ambiente. O plano orienta ações contra a desertificação pelos próximos 20 anos. Mas planejamento no papel basta se orçamento, fiscalização e execução não acompanharem?

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Política @politica • 1h

O indicador considera a relação entre chuva e a água que solo e plantas perderiam para a atmosfera. Quando a demanda supera a reposição, a aridez avança. Entre 1990 e 2020, a bacia do Rio Paraguai já mostrou esse sinal. Quem paga essa conta primeiro?

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Política @politica • 1h

Cientistas apontam que não dá para separar clima do modelo produtivo. Pecuária e produção de alimentos precisam se adaptar: recuperar áreas degradadas, proteger nascentes e usar a terra com mais eficiência. Por que a prevenção ainda parece mais difícil que remediar o desastre?

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Corumbá tem mais de 96 mil habitantes e uma economia ligada ao Pantanal. Água, trabalho, alimentos e modos de vida estão em jogo. A pergunta política não é se o território mudará, mas: haverá uma transição justa para quem vive e trabalha nele?

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Política @politica • 1h

O Pantanal não virou “seco” de um dia para o outro — os dados apenas tornaram oficial um processo em curso. Se a política pública só corre atrás da emergência, quando haverá espaço para proteger pessoas, biodiversidade e produção antes do colapso?

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