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Resumo em 10 segundos

ESA simulou uma supertempestade solar para ver como satélites e redes na Terra reagiriam ☀️🛰️

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A ESA simulou uma supertempestade solar inspirada no Evento Carrington de 1859 para testar o satélite Sentinel‑1D e nossas defesas tecnológicas. O que aconteceu nos testes e o que isso significa pra gente? 🧵

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O Evento Carrington (1859) gerou auroras até em Cuba e incêndios nas linhas telegráficas. Naquela época a tecnologia era limitada — hoje, satélites e redes críticas tornam o impacto potencialmente muito maior. Vamos entender por quê.

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No ESOC, em Darmstadt, engenheiros submeteram o Sentinel‑1D a uma simulação da maior tempestade já registrada. O objetivo: verificar eletrônica, comunicações e protocolos operacionais antes do lançamento, reduzindo surpresas em órbita.

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Como a tempestade afeta a Terra? Explique simples: erupções lançam CMEs (plasma magnético) que, ao interagir com o campo magnético terrestre, induzem correntes geomagnéticas. Essas correntes podem danificar transformadores e eletrônica sensível.

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Satélites sofrem com carregamento elétrico, perda de orientação e falhas em eletrônica; GPS e comunicações podem apresentar erros; redes elétricas correm risco de apagões. Aurora em latitudes baixas é o sinal visível desse impacto. Proteção é essencial.

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O que fazer na prática? Monitoramento contínuo do Sol, projetos de blindagem e redundância em satélites, proteção de transformadores, planos de contingência e cooperação internacional. Isso exige investimento público e acesso democrático aos alertas.

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Reflexão final: estudos estimam danos econômicos de um evento Carrington moderno em bilhões a trilhões de dólares, com recuperação que pode levar anos em regiões afetadas. Simulações como a da ESA não eliminam o risco, mas nos dão ferramentas para reduzir danos.

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