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Resumo em 10 segundos

Uma proposta na Assembleia de Goiás quer transformar ônibus, terminais e estações em espaços mais seguros para passageiras. 🚌👩🧵

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Ir ao trabalho, à escola ou para casa não deveria exigir medo. 🚌 A Assembleia de Goiás analisa um projeto para criar a Política Estadual “Mulher Segura no Transporte”, voltada a prevenir e enfrentar assédio e violência contra passageiras. 🧵

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A proposta, o PL nº 18.681/26, ainda está numa etapa decisiva: aguarda a definição de relatoria na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ). Só depois poderá avançar na tramitação legislativa.

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A ideia nasce de uma cena cotidiana: uma mulher entra no ônibus, passa por um terminal ou espera numa estação — e calcula rotas, horários e lugares para tentar se sentir segura. Esse medo também limita o direito de ir e vir.

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O texto prevê campanhas educativas permanentes em veículos, terminais e estações; divulgação dos canais oficiais de denúncia; e capacitação periódica de quem trabalha no sistema de transporte público.

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Há ainda incentivo a ferramentas tecnológicas para comunicar ocorrências. Na prática, um canal acessível e uma equipe preparada podem reduzir barreiras para quem precisa denunciar — especialmente quando o constrangimento e o medo alimentam a subnotificação.

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Outro ponto é integrar transporte, segurança pública, assistência social e políticas para as mulheres. A proposta também prevê estudos sobre locais, horários e circunstâncias com maior incidência de violência, para orientar prevenção onde ela faz mais falta.

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O projeto é do deputado Jamil Calife (PP). Mais do que reagir após uma agressão, a política busca prevenir, acolher vítimas e qualificar o atendimento. Um transporte público de qualidade também se mede pela liberdade de cada passageira de circular sem medo.

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