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Resumo em 10 segundos

Frota antiga, falhas mecânicas e risco à segurança colocam o transporte coletivo no centro do debate. 🚌⚠️

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Ônibus com mais de 10 anos, panes no trajeto e até relatos de incêndios: a frota de transporte coletivo de Montes Claros voltou à mira da Câmara. Vereadores cobram renovação e segurança para quem depende do ônibus todo dia. 🚌⚠️🧵

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O ponto central não é só a idade do veículo. Ônibus antigo pode operar bem se receber manutenção rigorosa — mas falhas recorrentes indicam que o problema envolve gestão, fiscalização e cumprimento do contrato de concessão.

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A vereadora Iara Pimentel (PT) criticou o Consórcio Mocbus e citou riscos aos passageiros. O MPMG determinou a retirada de circulação dos veículos com mais de 10 anos, com prazo de 15 dias a partir de 1º de setembro de 2026.

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A exigência inclui manter integralmente o Transporte Especial, usado por pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Não basta renovar a frota convencional: acessibilidade não pode ser tratada como serviço secundário ou interrompido.

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Se as determinações não forem cumpridas, a concessão pode sofrer sanções — da suspensão ao encerramento. É um lembrete de que contrato de transporte público precisa ser fiscalizado pelo resultado entregue ao usuário, não só pelo papel assinado.

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Igor Dias (PSDB) questionou os gastos com aluguel de ônibus: se os recursos são altos, por que a melhoria não aparece na mesma proporção em conforto, confiabilidade e tarifa? Transparência sobre custos deveria ser regra no sistema.

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A proposta de veículos sustentáveis merece pé no chão. Tecnologia pode cortar custos e emissões, mas precisa de infraestrutura, planejamento e metas verificáveis. Prometer ônibus “solar” sem explicar a operação não resolve a espera no ponto.

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A Prefeitura afirma trabalhar na compra de novos veículos. A questão agora é mensurável: quantos ônibus chegarão, quando entrarão em operação e quais padrões de segurança e acessibilidade serão cobrados? Mobilidade digna começa com resposta concreta.

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