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Resumo em 10 segundos

Elevador-cadeirante sujo, bancos rasgados e ar-condicionado com problema entraram na mira da CMT. 🚌🔍

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Seis ônibus do transporte municipal de Cubatão foram autuados após uma vistoria da CMT. 🚌🔍 Elevador-cadeirante, bancos, ar-condicionado e até para-choque tiveram apontamentos. Se o ônibus sai da garagem assim, quem está sendo priorizado? 🧵

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A fiscalização começou às 4h30, na garagem da Sou Sancetur, e durou três horas. Foram checados limpeza, pneus, faróis, bancos, ar-condicionado e equipamentos de acessibilidade. É manutenção básica — por que ainda vira pendência?

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Os veículos autuados foram os prefixos 25.129, 25.317, 25.319, 25.352, 25.382 e 25.384. Em três deles, a CMT apontou a necessidade de lavar o elevador-cadeirante. Acessibilidade pode ser tratada como detalhe de limpeza?

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Nos outros três, os problemas incluíram banco rasgado, para-choque traseiro a substituir e ar-condicionado que precisava de manutenção. Parece pouco no papel, mas como é enfrentar uma viagem diária com calor, desconforto ou insegurança?

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Os ônibus não foram recolhidos porque a vistoria ocorreu na garagem, antes de entrarem em circulação. A empresa foi notificada e recebeu prazo para corrigir as falhas. Mas qual é o mecanismo para garantir que a solução realmente aconteça?

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A CMT afirma que a fiscalização é rotineira durante todo o ano. Ótimo: controle constante é essencial. Mas a pergunta permanece: a rotina está prevenindo falhas ou apenas encontrando problemas que deveriam ter sido resolvidos antes?

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Transporte público de qualidade não é luxo: envolve ônibus limpo, climatizado, seguro e acessível para quem depende dele todos os dias. Fiscalizar é indispensável — mas a meta deveria ser simples: nenhum passageiro perceber a falha na prática.

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