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Resumo em 10 segundos

A operação do transporte público no dia da votação virou alvo de embate na Câmara. Entenda o que está em jogo 🚌

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🚌 A operação dos ônibus em Salvador no 2º turno das eleições virou disputa na Câmara: a oposição quer uma CEI, e o líder do governo, Kiki Bispo, diz que o pedido tem motivação política. 🧵

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O ponto central são os problemas registrados nas primeiras horas da votação. Segundo a Prefeitura, atrasos aconteceram porque veículos precisaram ter propaganda eleitoral irregular retirada antes de circular.

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Para Kiki Bispo, a gestão já deu explicações e tomou providências para normalizar a frota. Ele também questionou se a oposição conseguirá as assinaturas necessárias para instalar a comissão de investigação.

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Já a oposição defende apurar a operação do sistema naquele dia. E, deixando a briga partidária de lado, é uma discussão que afeta diretamente quem depende do ônibus para trabalhar, estudar, votar e acessar serviços.

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CEI não deveria ser sinônimo de espetáculo: fiscalização é uma função legítima da Câmara. Mas ela precisa ter fatos, transparência e foco em soluções — como plano de contingência, informação clara e frota suficiente em dias decisivos.

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No fim, a pergunta mais importante é bem simples: se houver falha na circulação, o que vai mudar para que o passageiro não fique esperando no ponto? Transporte público confiável é direito básico, não pauta que cabe só no palanque.

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