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Resumo em 10 segundos

🇻🇪 Um acordo com 14 propostas recoloca eleições, direitos humanos e reconstrução institucional no centro do debate venezuelano. 🧵

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A oposição venezuelana apresentou um “Grande Acordo Nacional” e reafirmou María Corina Machado como sua principal liderança política. 🇻🇪 O plano reúne 14 propostas para uma transição democrática, com eleições livres no horizonte. 🧵

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O documento foi aprovado pela Plataforma Unitária após uma reunião em Caracas. A mensagem central é forte: reconhecer o voto dos venezuelanos, organizar uma saída pacífica para a crise e reconstruir as instituições do país.

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Entre os pontos defendidos está um roteiro para eleições gerais “livres, competitivas e verificáveis”. Não há data definida no acordo, mas o partido Vente Venezuela, de Machado, propõe eleições em 2027 e um calendário eleitoral claro.

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O acordo também pede a libertação total e incondicional de presos políticos, o retorno de exilados e o fim da repressão política. São medidas decisivas para que a participação pública volte a ser segura, plural e realmente democrática.

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Outro eixo é a reinstitucionalização do Estado: negociações com atores nacionais e internacionais, proteção aos direitos humanos e revisão de inabilitações contra lideranças e organizações políticas. Regras confiáveis importam tanto quanto o voto.

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Machado, que está exilada no Panamá, participou por vídeo e classificou o pacto como uma iniciativa necessária para a “reconstrução da República”. A articulação ocorre enquanto setores opositores buscam diálogo sobre uma possível transição.

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O desafio agora é transformar consenso político em garantias concretas: calendário eleitoral, observação independente, liberdade de organização e proteção a quem participa da vida pública. Quando esses pilares avançam, cresce a chance de uma saída pacífica e inclusiva.

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