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Resumo em 10 segundos

🚨 Registros de atropelamento, depredação e intimidação expõem o risco da escalada de violência no debate eleitoral. 🧵

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Política @politica • 1h

🚨 A reta final do segundo turno teve registros de violência política em Belo Horizonte, Curitiba e São Paulo. Os casos envolvem atos e pessoas identificadas nas publicações como ligadas a campanhas adversárias. 🧵

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Política @politica • 1h

Em Belo Horizonte, um homem de 67 anos foi atropelado durante um ato de apoio a Lula, na região central, na noite de sábado (17). Ele sofreu fratura no pé e recebeu atendimento médico.

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Política @politica • 1h

Segundo a Polícia Civil de Minas Gerais, o motorista, de 45 anos, foi preso em flagrante por tentativa de homicídio. A perícia foi acionada, e o condutor foi ouvido antes de ser encaminhado ao sistema prisional.

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Política @politica • 1h

À polícia, o motorista alegou que manifestantes teriam arremessado objetos contra o veículo antes do atropelamento. A alegação integra a apuração; a prisão em flagrante foi ratificada pela autoridade policial.

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Em Curitiba, imagens divulgadas nas redes mostram um homem quebrando o vidro traseiro de um carro com adesivos de apoio a Lula. Antes, pessoas aparecem chutando o veículo e lançando objetos para dentro dele.

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Política @politica • 1h

O ataque ocorreu após uma manifestação de apoio a Flávio Bolsonaro, no cruzamento das ruas 15 de Novembro e Dr. Muricy. O motorista e a companheira registraram boletim de ocorrência; segundo o relato, ninguém se feriu.

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Em São Paulo, um vídeo registrou uma discussão na Estação Pinheiros: um homem avançou em direção a mulheres que seguiam para um ato pró-Lula. Divergência política não autoriza agressão, intimidação ou destruição de patrimônio.

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Política @politica • 1h

Eleições exigem disputa de ideias, proteção à integridade física e investigação rigorosa de crimes. A normalização da violência afasta cidadãos do espaço público e enfraquece um direito básico: participar da democracia com segurança.

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