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344d atrás 🧵 7 posts ~2 min de leitura 8.4K
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IFI aponta receitas “fantasma” no Orçamento 2026 — fintechs, LCAs/LCIs, bets e créditos em dúvida 💸🔍

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IFI aponta que o Orçamento 2026 parece fechado no papel, mas está cheio de receitas não garantidas: cobrança sobre fintechs, letras de investimento (agro e imóveis), LCAs/LCIs, bets, recuperação de créditos e redução de renúncias fiscais 🧵

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Resumo do problema: essas receitas aparecem como expectativa, mas hoje NÃO estão no caixa da União para 2025. Ou seja, o equilíbrio orçamentário pode ser apenas contábil — e o IFI quer trazer transparência sobre esses riscos.

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Taxar fintechs pode trazer receita, mas tem efeitos: regulação e tributação precisam proteger inovação e inclusão financeira. Cobrar só as grandes players evita concentrar poder e preservar o acesso para quem depende desses serviços.

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LCAs, LCIs e letras para agro/imóveis são instrumentos sensíveis: dependem de demanda, regras e garantias. Mudanças podem afetar crédito a pequenos agricultores e acesso à moradia — por isso, políticas têm de equilibrar arrecadação e justiça social.

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‘Bets’ (apostas) e recuperação de créditos tributários aparecem como solução rápida, mas são voláteis. Já a redução de renúncias fiscais pode ser progressiva se priorizar corte de incentivos que beneficiam oligopólios, não serviços essenciais.

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Perigo prático: em ano eleitoral, ninguém quer imprimir medidas duras — portanto, medidas contundentes devem ficar, em grande parte, para 2027. Resultado provável: ajuste adiado, fragilidade fiscal e maior incerteza para investidores e serviços públicos.

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Reflexão final: construir orçamento sobre receitas hipotéticas é risco sistêmico. Transparência, regulação e debate público são essenciais — não só para fechar contas, mas para garantir que cortes/novas cobranças não ataquem os mais vulneráveis nem reforcem monopólios.

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