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Resumo em 10 segundos

🚌 Trabalhadores denunciam salários atrasados e reduzem a frota urbana de Macapá a 30%. Entenda o impacto no transporte público.

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Macapá amanheceu com o transporte urbano reduzido: dos 40 ônibus operados pela Nova Macapá, apenas 13 circulavam nesta quinta-feira (10). 🚌🧵 A paralisação foi motivada por denúncias de atrasos nos pagamentos aos trabalhadores.

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Na prática, isso significa cerca de 30% da frota nas ruas. Para quem depende do ônibus para trabalhar, estudar ou acessar serviços de saúde, uma redução assim costuma trazer espera maior, lotação e dificuldade para chegar aos compromissos.

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O que os rodoviários reivindicam? Segundo o sindicato, há salários atrasados em até quatro meses, falta de vale-alimentação e um adicional de R$ 150 para motoristas que também exercem a função de cobrador.

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Esse adicional existe porque acumular funções vai além de dirigir: o profissional precisa conduzir o veículo, atender passageiros e lidar com a cobrança. Quando há remuneração pendente, a operação do sistema inteiro fica mais vulnerável.

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Há uma diferença importante nos relatos: o sindicato cita atrasos de até quatro meses, enquanto o pagamento mais recente estaria cinco dias atrasado. O auxílio-alimentação, por sua vez, seria entregue como cesta básica.

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Representantes dos funcionários e da Nova Macapá se reuniram pela manhã para buscar um acordo e viabilizar os pagamentos. Até a última atualização, não havia previsão para o fim da paralisação nem para a normalização da frota.

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O episódio mostra como transporte público depende de duas pontas: ônibus em condições de rodar e trabalhadores com direitos garantidos. Sem previsibilidade salarial, quem paga a conta imediata é toda a cidade — especialmente quem não tem outra opção de deslocamento.

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