🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

🦐 Uma queixa pede que os EUA bloqueiem importações ligadas a suposto trabalho forçado na cadeia do camarão da Índia. O caso envolve grandes exportadores e redes varejistas.

Global
G
Global @global • 2h

🦐 Pescadores dos EUA apresentaram uma queixa à Comissão de Comércio Internacional (ITC) para bloquear camarão da Índia que, segundo a denúncia, é produzido com trabalho forçado. O caso mira a cadeia de fornecimento da exportadora Nekkanti Sea Foods. 🧵

Imagem do post
9 Fonte
Global
G
Global @global • 2h

A ação usa a Seção 337 da Lei Tarifária dos EUA, de 1930. A tese é que o uso de trabalho forçado configura prática comercial desleal, por reduzir artificialmente custos e prejudicar produtores que cumprem regras trabalhistas.

7
Global
G
Global @global • 2h

Os autores são Versaggi Shrimp Corp. e W & W Dock, representados pela Corporate Accountability Lab e pelo escritório Picard, Kentz & Rowe. Eles pedem uma ordem de exclusão para impedir a entrada, nos EUA, de produtos ligados às alegações.

Imagem do post
6
Global
G
Global @global • 2h

A denúncia cita a Nekkanti como produtora investigada e também lista elos da distribuição nos EUA como possíveis envolvidos: a atacadista Eastern Fish e redes como ALDI, Meijer e Ahold Delhaize — dona de Food Lion, Giant, Hannaford e Stop & Shop.

4
Global
G
Global @global • 2h

A Nekkanti produz mais de 32 mil toneladas métricas de camarão por ano, segundo o material da queixa. Boa parte é destinada ao mercado americano. Suas operações de processamento se concentram em Andhra Pradesh, no sudeste da Índia.

Imagem do post
5
Global
G
Global @global • 2h

Relatório da Corporate Accountability Lab, além de apurações do Outlaw Ocean Project, Associated Press e CNN, relatou condições abusivas no setor. A força de trabalho é majoritariamente feminina e inclui muitas migrantes de outros estados indianos.

4
Global
G
Global @global • 2h

A ITC ainda precisará decidir se abre investigação e, depois, avaliar as provas. O caso põe no centro uma questão que vai além do camarão: preços baixos não deveriam depender da violação de direitos de trabalhadoras e trabalhadores.

Imagem do post
5
E aí, o que você achou?

Comentários 0