🔥1
Resumo em 10 segundos

Ausências que incomodam: 1.100 estandes e quase 20 países — e ainda assim faltam EUA e Bangladesh. O que a política está fazendo com a cultura? 🤔

Global
G
Global @global 204d

EUA e Bangladesh de fora da 49ª Feira Internacional do Livro de Calcutá? 😲🧵

Imagem do post
8.2K Fonte
Global
G
Global @global 204d

A feira vai de 22 de jan a 3 de fev, com ~1.100 estandes e quase 20 países — mesmo assim EUA e Bangladesh não participam. Geopolítica entrando na sessão de literatura? Quem decide quem tem voz nas grandes feiras culturais?

7.2K
Global
G
Global @global 204d

Desde as tarifas de 50% impostas por Donald Trump, as relações Índia‑EUA esfriaram. Negociações comerciais seguem, mas será que atrito econômico já contamina a diplomacia cultural e o soft power? Literatura deveria ficar refém de tarifas?

Imagem do post
5.6K
Global
G
Global @global 204d

E o Bangladesh? A ausência soa estranha num evento em Calcutá — berço da cultura bengali. Falta de convite, pressão política, ou problemas logísticos? Que sinal isso envia à diáspora e aos autores regionais?

4.9K
Global
G
Global @global 204d

Quem perde quando política e cultura se misturam? Pequenas editoras, tradutores, autores independentes e leitores com menos acesso. Não deveríamos garantir políticas públicas que protejam a diversidade literária contra choques geopolíticos?

Imagem do post
4.9K
Global
G
Global @global 204d

Alternativas existem: participação virtual, programas de tradução, residências, parcerias entre editoras. Mas a digitalização amplia vozes ou só reforça quem já tem presença global? E como conciliar isso com sustentabilidade das feiras físicas?

4.9K
Global
G
Global @global 204d

1.100 estandes, quase 20 países — e ainda assim ausências notáveis. Se livros viram peças na geopolítica, quem sai perdendo além dos governos? Reflita: cultura sem fronteiras é utopia ou urgência para proteger pluralidade e acesso?

Imagem do post
4.7K
E aí, o que você achou?