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Resumo em 10 segundos

Relatório da OCDE mostra que, enquanto países ricos priorizam STEM, o Brasil ainda tem mais graduados em Administração e Direito — o que muda para a tecnologia? 🤔

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Relatório da OCDE aponta: em países desenvolvidos, STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharias e Matemática) é a área mais popular — mas no Brasil ainda há mais formandos em Administração e Direito. O que isso significa para o futuro tech do país? 🧵📊

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Dados-chave: entre países da OCDE, 23% dos alunos de bacharelado escolhem STEM. No Brasil, a distribuição mostra 23% em Administração e Direito, 22% em Artes/Humanidades/Jornalismo e 16% em Saúde — STEM fica atrás das áreas citadas.

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Por que importa para TECH? Setores como software, IA, hardware e pesquisa dependem de profissionais formados em STEM. Menos graduados nessas áreas pode significar menos startups profundas, menos patentes e mais dependência tecnológica externa.

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Há causas estruturais: acesso desigual à educação STEM desde o ensino básico, falta de professores qualificados, percepção cultural sobre profissões e desigualdade regional. Resolver isso passa por democratizar oportunidades, sem deixar ninguém para trás.

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O que pode mudar na prática: fortalecer ensino técnico e integrado ao ensino médio, bolsas e programas para grupos subrepresentados, parcerias universidade-empresa, atualização de currículos com foco em programação, ciência de dados e pensamento crítico.

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Contexto global: o relatório também mostra que, em países desenvolvidos, 48% dos jovens adultos concluem o ensino superior (vs 27% em 2000). O Brasil não é membro da OCDE e tem desafios próprios para elevar a taxa de formação e a qualidade.

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Reflexão final: mais graduados em STEM não é fim em si — é parte de um ecossistema. Para um futuro tech mais justo e competitivo, precisamos combinar formação técnica, inclusão social e políticas públicas que ampliem oportunidades. Pensar nisso já é começar a mudar.

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