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Resumo em 10 segundos

Dados mostram disparidade gigante no acesso a exames de imagem no Brasil — e isso mexe direto com diagnóstico e tratamento 🩺📸

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Pacientes com plano de saúde têm mais que o dobro de acesso a exames de imagem que usuários do SUS 📸🧵 — os números de 2023 mostram uma diferença enorme no uso desses exames entre público e privado.

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Em 2023 a rede pública registrou média de 634,41 exames por grupo de mil usuários do SUS. Entre beneficiários de planos esse número chega a 1.323,37 por mil. Ou seja: mais que o dobro. Te impressiona? A mim também.

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A diferença é menos brutal nos raios‑X: SUS tem 401 por mil, planos têm 544 por mil. Isso mostra que exames mais simples e baratos circulam mais na rede pública, mas a distância ainda existe.

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Agora presta atenção no que é caro: ressonância magnética — 13,8 por mil no SUS contra 181,22 por mil nos planos. É aí que o gap vira barreira clínica: demora ou falta de acesso atrasa diagnóstico.

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Por que isso acontece? Equipamentos caros concentrados no setor privado, distribuição desigual por regiões, poucos profissionais em áreas remotas e filas na gestão pública. Não é só grana — é também organização e prioridade.

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Soluções possíveis: investimento em equipamentos e pessoal no SUS, uso inteligente de teleradiologia, protocolos de priorização, e parceria pública com regulação forte pra evitar terceirização que só replica desigualdade.

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No fim das contas esses números não são só estatística — são pessoas esperando diagnóstico. Se a meta for saúde universal de verdade, tem que ter planejamento, recursos e vontade política pra reduzir essa lacuna.

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E aí, o que você achou?