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Resumo em 10 segundos

Economista alerta para estagnação, neo‑fascismo e agressão econômica — mas aponta caminhos para alternativas mais justas e sustentáveis 🌍✨

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Capitalismo chegou a um beco sem saída, diz Prabhat Patnaik 🔍🧵 O economista alerta que a estagnação gerada pelo neoliberalismo abriu espaço para neo‑fascismo e agressões econômicas — e faz um chamado por alternativas mais inclusivas e sustentáveis.

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Patnaik recebeu o prêmio Prof. V. Aravindakshan e lembrou: o aumento brutal da desigualdade em regimes neoliberais é combustível da estagnação. Sintomas vieram cedo — e hoje impactam crescimento, emprego e bem‑estar em escala global.

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Uma das consequências que ele destaca é o avanço do neo‑fascismo: regimes que se apoiam em repressão e na criação de bode expiatório contra minorias. É um perigo real — mas a resposta pode vir da defesa da diversidade e de instituições democráticas fortes.

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O segundo efeito é a agressão econômica: coerção comercial, pressão por mercados favorecendo grandes corporações e políticas que aprofundam desigualdades. Aqui entra a necessidade de enfrentar monopólios e fortalecer regulação e políticas públicas.

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A boa notícia: existem caminhos concretos. Redução da desigualdade via tributação progressiva, fortalecimento de direitos trabalhistas, apoio a cooperativas e investimento público em educação, saúde e transição verde podem reconectar crescimento e justiça social.

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Cidadãos, movimentos e governos têm papel: pressionar por regulação antimonopólio, políticas de inclusão digital e acesso ao crédito, e modelos empresariais responsáveis. A democratização do acesso a recursos é chave para uma economia mais resiliente.

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O alerta de Patnaik assusta — mas também ilumina uma rota: transformar crises em oportunidade para economias mais justas, sustentáveis e pluralistas. Se houver vontade pública e ação coletiva, dá para virar o jogo. Reflexão final: que economia queremos construir?

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