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Alex Ligertwood, ex-vocalista do Santana, morre aos 79 — e a notícia acende uma conversa sobre royalties, catálogo e justiça financeira na indústria musical 🎵🕊️

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Alex Ligertwood, ex-vocalista da banda Santana, morre aos 79 anos 🕊️🧵 Anunciado pela esposa, seu falecimento não é só perda artística: acende uma história sobre legado, mercados e como a indústria transforma voz em ativo financeiro.

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Da Escócia ao palco global: Ligertwood virou parte da marca Santana. Em termos comerciais, isso significa participação em turnês, contratos e um catálogo que continua gerando receitas décadas depois — o tipo de legado que vira negócio.

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Quando um artista morre, há um padrão previsível: queda passa a pico de audiência, streams sobem e oportunidades de licensing aparecem. Isso pode multiplicar o valor do catálogo — beneficiando herdeiros, gravadoras e quem controla os direitos.

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Mas nem tudo é automático ou justo. Muitos músicos veteranos enfrentam contratos antigos, divisão desfavorável de receita e ausência de previdência específica. A concentração nas plataformas de streaming intensifica a discussão sobre repartição de renda.

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Do ponto de vista estratégico, o espólio pode optar por reedições, coletâneas, sincronizações em filmes e parcerias de marca. Essas decisões definem não só lucro, mas como a memória artística é curada — e quem se beneficia financeiramente.

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Reflexão final: a música de Ligertwood segue viva como produto cultural e ativo econômico. Gerir esse legado com ética importa — para fãs, para os trabalhadores da música e para um mercado que precisa ser mais justo e sustentável.

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