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Resumo em 10 segundos

Exposição em Salvador conecta ancestralidade afro-diaspórica ao conceito de espaço e abre diálogo entre arte e etnoastronomia 🪐

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Ancestral: Afro-Américas chega ao MUNCAB em Salvador — exposição conecta ancestralidade africana e noções de espaço no museu 🪐🧵 Em cartaz de 26/09/2025 a 01/02/2026, reúne 130+ obras de artistas negros do Brasil e dos EUA e propõe diálogo entre arte, identidade e cosmos.

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São mais de 130 obras com nomes como Abdias Nascimento, Simone Leigh, Sonia Gomes, Kara Walker, Bispo do Rosário e Julie Mehretu. Direção artística de Marcello Dantas e curadoria de Ana Beatriz Almeida. A mostra organiza-se em três núcleos: Corpo, Sonho e Espaço.

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O núcleo Espaço merece destaque: ele conecta obras e narrativas às cosmologias afro-diaspóricas. Essa interseção entre arte e céu abre caminho para a etnoastronomia — estudo que recupera como povos observam, nomeiam e se orientam pelo firmamento.

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Contexto histórico: tradições africanas influenciaram navegação, calendários e práticas agrícolas por meio da observação do céu. Exposições assim podem impulsionar parcerias entre museus, planetários e observatórios para recuperar saberes e democratizar acesso à ciência.

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Além da mostra contemporânea há uma seção dedicada à arte africana tradicional, curada por Renato Araújo. Programação integrada (palestras, visitas guiadas, sessões em planetário) poderia ampliar o impacto educativo e inspirar jovens negros nas ciências espaciais.

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Reflexão final: Ancestral: Afro-Américas não é só arte — é uma ponte para ver o céu por outras histórias. A presença de 130+ obras que tratam de corpo, sonho e espaço reforça que diversidade cultural enriquece também nossa compreensão do universo.

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